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OS SISTEMAS DE MEDIDAS A Física se caracteriza por ser uma ciência experimental. Nesse sentido, é necessário que sejam feitas medições precisas das grandezas físicas envolvidas. Há vários exemplos na história da Física em que os resultados obtidos experimentalmente não estavam em sintonia com as previsões feitas pela teoria, o que levou à construção de novas relações conceituais. A questão de se fazer medidas está diretamente relacionada com uma comparação. Utilizamos uma certa quantidade como o padrão de medida e procuramos perceber quantas dessas unidades existem naquilo que queremos medir. Ao verificarmos a distância entre duas cidades, por exemplo, comparamos essa distância com uma unidade fixada arbitrariamente, que pode ser o metro, o quilômetro, a milha ou qualquer outro padrão de comprimento. Há muito tempo, os padrões de medida eram locais e estavam relacionados com partes do nosso corpo, como pés ou polegadas. Esses padrões possuem uma grande desvantagem que é exatamente o fato de não estarem padronizados. Com o crescimento do capitalismo, foi necessária a adoção de medidas mais precisas e padrões universais. Além disso, o avanço das ciências exigia medidas mais confiáveis e padrões de trocas entre os cientistas. Em 1960, a 11ª Conferência Geral de Pesos e Medidas criou o Sistema Internacional de Medidas, com a intenção de se criar uma normatização na apresentação de dados. As grandezas básicas desse sistema são. Grandeza fundamental | Símbolo da unidade | Nome | Comprimento | m | metro | Massa | kg | quilograma | Tempo | s | segundo | Intensidade de Corrente Elétrica | A | ampère | Temperatura Termodinâmica | K | kelvin | |